Governo Lula apresenta balanco historico: queda da pobreza, recorde de emprego e R$ 403 bilhoes em acoes sociais
Em reuniao ministerial, ministro Rui Costa apresenta balanco de 3 anos e 3 meses do governo Lula com desemprego em 5,4%, recorde historico de emprego formal e R$ 403 bilhoes investidos pelo Novo PAC.
Em reuniao ministerial, ministro Rui Costa apresenta balanco de 3 anos e 3 meses do governo Lula com desemprego em 5,4%, recorde historico de emprego formal e R$ 403 bilhoes investidos pelo Novo PAC.
Numeros que falam por si
Sao 3 anos e 3 meses de governo Lula, e os numeros apresentados pelo ministro Rui Costa em reuniao ministerial nesta semana nao deixam margem para duvidas: o Brasil esta no caminho certo. A taxa de desemprego caiu para 5,4% — o menor patamar da serie historica —, a pobreza recuou de forma consistente e o investimento publico voltou com forca total.
Para quem viveu o desmonte dos governos Temer e Bolsonaro, em que cada indicador social despencava enquanto o mercado financeiro comemorava, esses dados sao mais do que estatisticas. Sao vidas transformadas.
R$ 403 bilhoes pelo Novo PAC: investimento publico de verdade
O Novo PAC (Programa de Aceleracao do Crescimento) ja movimentou R$ 403 bilhoes em investimentos que chegam na ponta — obras de saneamento, habitacao popular, infraestrutura de transporte, escolas, hospitais. Nao sao promessas de campanha; sao canteiros de obras espalhados pelo pais.
E o retorno do Estado como indutor do desenvolvimento, papel que foi sistematicamente desmontado entre 2016 e 2022. Enquanto o governo anterior se orgulhava de “nao gastar”, comunidades inteiras ficavam sem agua tratada, sem moradia digna, sem estradas. Agora, o investimento publico voltou a crescer e os resultados estao ai.
Recorde de emprego: o povo voltou a trabalhar
A marca de 5,4% de desemprego e historica. Significa que mais brasileiros e brasileiras estao empregados do que em qualquer outro momento desde que o IBGE comeca a medir. E nao se trata apenas de quantidade: o governo priorizou a formalizacao, garantindo que os novos postos venham com carteira assinada, direitos trabalhistas e acesso a previdencia.
Isso e o oposto da “economia de bico” que marcou o periodo Bolsonaro, quando o numero de desalentados explodia e a informalidade batia recordes. Emprego com direitos e politica de Estado — e so acontece quando o governo escolhe estar do lado de quem trabalha.
Queda da pobreza: Bolsa Familia como pilar
A reducao da pobreza nao aconteceu por acaso. Ela e resultado direto de politicas publicas deliberadas: a reconstrucao do Bolsa Familia com valores reajustados, a expansao do acesso ao credito para pequenos empreendedores, o aumento real do salario minimo e o fortalecimento de programas de assistencia social que o governo anterior havia destruido ou abandonado.
Cada real investido em programa social retorna multiplicado para a economia. Familia que recebe Bolsa Familia gasta no comercio local, que contrata mais, que gera mais imposto, que financia mais politica publica. Esse e o ciclo virtuoso que a direita nunca entendeu — ou finge nao entender.
O que falta fazer
Ninguem no campo progressista defende que esta tudo perfeito. Ha desafios fiscais, a reforma tributaria precisa seguir avancando e a desigualdade, embora menor, ainda e brutal. Mas a direcao e inequivoca: o Brasil esta melhorando.
Os numeros apresentados pelo ministro Rui Costa sao o tipo de balanco que qualquer governo do mundo gostaria de mostrar. Menos pobreza, mais emprego, investimento publico recorde. Isso se constroi com planejamento, compromisso social e a coragem de colocar o povo em primeiro lugar.
Em outubro, o eleitor vai decidir se quer continuar nessa direcao ou voltar ao tempo em que desemprego, fome e desmonte eram politica de governo.
Dados referentes a abril de 2026. Balanco apresentado pelo ministro Rui Costa em reuniao ministerial.
Fontes:
Fontes
- Jornal Grande Bahia — https://jornalgrandebahia.com.br/2026/04/governo-lula-apresenta-balanco-de-3-anos-e-3-meses-com-queda-da-pobreza-recorde-de-emprego-e-expansao-de-investimentos-publicos-afirma-ministro-rui-costa/