Lula apresenta supersafra de conquistas sociais após 900 dias
Lula destaca colheita de conquistas em entrevista: IR zerado para 25 milhões, Gás do Povo para 17 milhões de famílias e BPC facilitado. Veja os números reais.
Lula destaca colheita de conquistas em entrevista: IR zerado para 25 milhões, Gás do Povo para 17 milhões de famílias e BPC facilitado. Veja os números reais.
Em outubro de 2025, a Câmara aprovou por unanimidade a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, um dos marcos que levou o presidente a falar em “colheita” da gestão iniciada em 2023. A medida beneficia 10 milhões de pessoas diretamente, com descontos progressivos para outros 5 milhões que recebem até R$ 7,35 mil, somando-se aos 10 milhões já isentos desde o início do mandato, conforme noticiou gov.br. Essa transformação tributária se articula com outros programas: acesso gratuito a gás de cozinha para 17 milhões de famílias pobres, redução histórica do desemprego e aumento do poder de compra dos salários mais baixos.
Nos primeiros 100 dias, ainda em abril de 2023, o governo já havia estruturado programas com alcance massivo: R$ 600 mensais para 21 milhões de famílias e complementação de R$ 150 por criança de até 6 anos para 8,9 milhões de meninas e meninos, como registrou ptmg.org.br. Esses números revelam que a “supersafra” não é um resultado abrupto, mas consequência de investimentos contínuos que desde o início da gestão vêm transformando a vida dos brasileiros com mais vulnerabilidade. Habitação, saúde e educação funcionaram como pilares complementares dessa estratégia de inclusão social.
Mas essa narrativa ganha novo desdobramento em 2026. Uma mudança recente nas regras do Benefício de Prestação Continuada permite que famílias façam transição facilitada para esse auxílio de R$ 1.621 mensal, ampliando o acesso a idosos e pessoas com deficiência que antes enfrentavam entraves burocráticos. O que se desenrola nas páginas seguintes é justamente como esses programas se conectam e se reforçam mutuamente, criando uma teia de proteção econômica que hoje alcança dezenas de milhões de brasileiros. Esse é o significado real da supersafra que o Brasil colhe 900 dias após a posse do novo governo.
A Reforma Tributária que Tira 25 Milhões da Carga do Imposto de Renda
Em outubro de 2025, a Câmara dos Deputados aprovou por unanimidade um projeto do governo para zerar o Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais, conforme informou gov.br. A medida beneficia de forma direta 10 milhões de brasileiros, enquanto outros 5 milhões ganham descontos progressivos para quem recebe entre R$ 5 mil e R$ 7,35 mil mensais. Somadas a outras 10 milhões de pessoas que já haviam sido isentas pelo reajuste da tabela desde 2023, chegam-se a 25 milhões de brasileiros saindo da carga tributária sobre renda. Trata-se de um ajuste histórico que reconecta a política fiscal com a realidade do cidadão trabalhador.
O governo trabalha para conciliar crescimento econômico com inclusão social, segundo movimento iniciado desde os primeiros 100 dias da gestão, quando foram estabelecidas as prioridades de cuidar das pessoas, especialmente dos brasileiros que mais precisam, como registrado pela ptmg.org.br. A filosofia fiscal do governo contrasta com anos anteriores onde a tributação penalizava particularmente o trabalhador de renda média baixa, criando uma pressão silenciosa sobre orçamentos familiares. Esse novo cenário coloca a inclusão tributária como ponta de lança de um projeto maior de reconstrução de direitos.
Entre 2016 e 2022, a tabela do Imposto de Renda não sofreu nenhum reajuste, o que significou aumento real da carga tributária sobre quem recebia salários. Desde janeiro de 2023, o governo começou a corrigir essa distorção, ampliando gradualmente os patamares de isenção. A compensação pela isenção agora aprovada virá de uma taxa de até 10% para os 141 mil brasileiros que recebem acima de R$ 50 mil mensais, concentrando o esforço fiscal justamente onde a capacidade contributiva é maior, consolidando uma abordagem de justiça tributária.
Gás, Luz e Segurança Energética: Inclusão Básica para Famílias Vulneráveis
O programa Gás do Povo garante acesso gratuito a botijão de gás para 17 milhões de famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais, conforme apresentado pelo governo em gov.br. A medida elimina riscos graves à saúde relacionados ao uso de lenha, carvão ou outros combustíveis perigosos para cozinhar dentro de residências, que causam intoxicação e problemas respiratórios crônicos. Além do Gás do Povo, programas complementares garantem acesso à eletricidade gratuita para populações vulneráveis, formando uma agenda integrada de inclusão energética.
A expansão de programas de transferência de renda e assistência social reflete um compromisso mais amplo de garantir direitos básicos a cidadãos em situação de pobreza extrema e vulnerabilidade. Como evidenciado pelo aumento das coberturas do Benefício de Prestação Continuada (BPC), que beneficiava 6,5 milhões de brasileiros em julho de 2025 segundo informações em fdr.com.br, o governo tem expandido as malhas de proteção social. Cada novo programa ou adaptação administrativa reduz as barreiras que historicamente impediam que populações vulneráveis acessassem seus direitos.
A energia, seja gás ou eletricidade, deixa de ser compreendida como um bem de consumo opcional para ser tratada como direito fundamental básico, ao lado da alimentação e da moradia. Essa requalificação conceitual marca uma ruptura com modelos que deixam famílias pobres reféns de combustíveis informais e perigosos, causando danos duradouros à saúde. Quando 17 milhões de famílias deixam de cozinhar com lenha em ambientes fechados, o impacto não é apenas no bem-estar imediato, mas na redução de doenças respiratórias, queimaduras acidentais e na ampliação da esperança e qualidade de vida.
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“Médicos, Moradias e Cirurgias: Reconstruindo Serviços Públicos Desmontados” Em 2023, o governo federal contratou 15 mil profissionais de saúde, elevando o total de médicos de 12,1 mil para 28 mil, conforme relatado na entrevista presidencial gov.br. Essa ampliação permitiu que o SUS passasse a atender 96 milhões de pessoas, um aumento significativo em relação ao período anterior. A medida também incluiu a entrega de 5 mil moradias nos primeiros 100 dias, a retomada de 186 mil obras inacabadas e o anúncio de 2 milhões de unidades até 2026. Além disso, o investimento de R$ 600 milhões no Programa Nacional de Redução de Filas reduziu o tempo de espera por cirurgias eletivas, exames e consultas especializadas no SUS. Segundo o balanço dos 100 dias divulgado pelo PT de Minas, a contratação de 5 mil médicos no primeiro semestre de 2023 já estava em andamento, com foco na região de Minas Gerais, onde foram previstos 402 profissionais para a primeira etapa ptmg.org.br. A estratégia de priorizar médicos brasileiros tem contribuído para a ampliação do acesso à atenção primaria em áreas antes desassistidas. Até o final de 2023, o número total de médicos em exercício chegou a 28 mil, o que representa um crescimento de 132% em relação ao início da gestão. Esse ganho de capacidade tem sido fundamental para reduzir a fila de procedimentos e melhorar a qualidade dos serviços de saúde. Essas ações revertem o desmonte de serviços públicos que ocorreu nos últimos anos, quando a contratação de profissionais foi congelada e muitas obras de habitação ficaram paralisadas. A recuperação dos serviços de saúde e habitação sinaliza um esforço de reconstrução do Estado de bem‑estar, alinhado à promessa de cuidar das pessoas mais vulneráveis. A continuidade desses investimentos dependerá da manutenção do financiamento e da capacidade de gestão das equipes ampliadas.
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“Proteção Social Contínua: Da Expansão do Bolsa Família ao BPC Desburocratizado” Desde janeiro de 2023, o Bolsa Família passou a garantir um benefício mínimo de R$ 600 para 21 milhões de famílias, conforme destacado na cerimônia dos 100 dias de governo ptmg.org.br. Esse valor foi complementado por um adicional de R$ 150 destinado a 8,9 milhões de crianças de 0 a 6 anos, ampliando o impacto direto na renda de quase 30 milhões de pessoas. A ampliação foi possível graças a ajustes na política de transferência de renda e à prioridade dada à inclusão social nas primeiras semanas da gestão. O aumento do benefício tem sido citado como um dos principais responsáveis pelo crescimento do poder de compra do salário mínimo. A Instrução Normativa 54, publicada em 2026, permite que beneficiários do Bolsa Família renunciem voluntariamente ao programa ao solicitar o Benefício de Prestação Continuada (BPC), garantindo o recebimento de um salário mínimo de R$ 1.621 a idosos e pessoas com deficiência fdr.com.br. Essa transição elimina a sobreposição de cadastros que antes gerava atrasos ou negativas nos pedidos de BPC. Com a migração, cerca de 6,5 milhões de pessoas podem receber o auxílio sem a necessidade de ter contribuído para o INSS ao longo da vida. O ministro Wellington Dias ressaltou que a medida busca simplificar o acesso à proteção social sem comprometer a sustentabilidade dos programas. A consolidação do BPC como substituto do Bolsa Família representa uma estratégia de focalização de recursos para quem está em situação de extrema pobreza, mantendo o direito constitucional à assistência social. Ao simplificar a transferência de benefícios, o governo reduz a burocracia e aumenta a eficiência no uso dos recursos públicos. Essa mudança pode fortalecer a rede de proteção social, desde que haja acompanhamento e controle para evitar eventuais abusos.
De promessas a sistemas: o que muda entre 100 e 900 dias
A diferença entre governar por promessas e governar por sistema está em detalhes que ninguém comemora em discurso. Os primeiros cem dias anunciaram programas: R$ 600 de Auxílio Brasil para 21 milhões de famílias, retomada de contratações de médicos, redução de filas. Aos 900 dias, esses não apenas persistem mas evoluem; a instrução normativa de junho de 2026 elimina travamentos burocráticos que impediam transições entre benefícios. Políticas consolidadas deixam menos gente nas costuras.
A tributação deixa de ser apenas arrecadação e torna-se escolha moral codificada em lei. O IR zero até R$ 5 mil aprovado pela Câmara beneficia 15 milhões de brasileiros: 10 milhões com isenção total, mais 5 milhões com descontos progressivos. A compensação é explícita , taxa de 10% sobre quem ganha acima de R$ 50 mil, apenas 141 mil pessoas. Entre 2016 e 2022 ninguém havia reajustado a faixa de isenção; inflação capturava silenciosamente a renda dos mais pobres. Agora, cada real deixado de cobrar dos pobres é decisão visível, não fenômeno natural.
Os programas funcionam em escala sem precedente nesta década. Dezessete milhões de famílias no Gás do Povo, contratação de 15 mil novos médicos quando antes havia 5 mil vagas descobertas conforme registros dos primeiros cem dias, saída do Mapa da Fome , cada um não é gesto simbólico mas reorganização do orçamento público. Mas as fontes não problematizam a questão que virá: como esse piso de proteção social resiste em cenários de contração econômica ou pressão fiscal crescente. Os 900 dias provam viabilidade política e administrativa; o próximo teste é durabilidade institucional.
Os números não mentem: em pouco mais de 900 dias, o governo Lula tirou 25 milhões de brasileiros da obrigação de pagar Imposto de Renda, garantiu gás gratuito para 17 milhões de famílias e levou 28 mil médicos para atender nas comunidades. A rede de proteção social não só foi restaurada após anos de desmonte, como foi ampliada com novos programas que chegam a quem realmente precisa. Enquanto críticos fabricavam fake news sobre supostas falhas, as políticas públicas seguiam entregando resultados concretos na vida das pessoas. O Brasil provou que é possível crescer economicamente sem abandonar quem vive do trabalho.
O que foi conquistado nesses dois anos e meio abre o caminho para próximos passos igualmente ambiciosos. A aprovação de novas regras para facilitar a migração de beneficiários mostra que o governo continua afinando a máquina para reduzir burocracia e ampliar o acesso. Mas a pergunta que fica é: conseguiremos manter esse ritmo de investimento social enquanto enfrentamos os desafios da responsabilidade fiscal? O Brasil finalmente está comendo a colheita prometida, mas a semeadura não pode parar.
Perguntas Frequentes
Quem tem direito ao Gás do Povo?
Famílias inscritas no CadÚnico que estão na extrema pobreza recebem botijão de gás gratuitamente a cada mês.
Até quanto é a isenção do Imposto de Renda agora?
Quem ganha até R$ 5 mil mensais está completamente isento, e quem ganha entre R$ 5 mil e R$ 7,35 mil recebe desconto progressivo.
Quantos médicos o governo contratou para o SUS?
O governo expandiu para 28 mil profissionais nos primeiros anos de gestão, reforçando o atendimento em cidades pequenas e zonas rurais.
Qual é a diferença entre Bolsa Família e BPC?
O Bolsa Família atende famílias em vulnerabilidade social, enquanto o BPC é um auxílio para idosos e pessoas com deficiência que comprovam incapacidade de se sustentar.
Como funciona o novo auxílio de R$ 1.621?
Agora quem pedir o BPC pode desistir do Bolsa Família no mesmo ato, evitando complicações burocráticas e garantindo a transição mais rápida para o novo benefício.
- gov.br — https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/noticias/2025/10/lula-sobre-conquistas-da-gestao-colheita-supersafra
- ptmg.org.br — https://ptmg.org.br/veja-as-principais-conquistas-dos-100-dias-do-governo-lula
- esferabrasil.com.br — https://esferabrasil.com.br/newsletter/as-conquistas-da-economia-brasileira-nos-ultimos-7-anos-e-os-desafios-do-governo-lula-3
- fdr.com.br — https://fdr.com.br/2026/06/05/novo-auxilio-de-r-1-621-promete-substituir-o-bolsa-familia/